Gostaria de abrir esse blog com um questionamento que é inevitável, ou pelo menos já o foi por todos aqueles que gostam de debater o tema religião - Deus existe? E para ilustrar essa indagação, ouso trazer a todos uma propaganda (ficção), realizada por uma TV, que demonstraria um suposto diálogo entre Albert Einstein (criança) e seu professor. Sei que muitos já devem tê-la visto, mas os que não o fizeram eu acredito que vale a pena assistir.
O fato é que Albert Einstein sequer acreditava em um Deus personificado. No entanto, tampouco gostava de ser chamado de ateu ou ver que suas ideias eram supostamente usadas para corroborar com a crença no ateísmo.
Pra evidenciar mais ainda o que estou
dizendo, trago algumas declarações do próprio Einstein, publicadas na
biografia escrita pelo amigo pessoal dele, Max Jammer (citado por
Anthony Flew):
“Não sou ateísta e não acho que posso me chamar de panteísta. Estamos na situação de uma criança que entra em uma enorme biblioteca cheia de livros escritos em muitas línguas. A criança sabe que alguém escrevera aqueles livros, mas não sabe como. Não entende os idiomas nos quais eles foram escritos. Suspeita vagamente que os livros estão arranjados em uma ordem misteriosa, que ela não compreende. Isso, me parece, é a atitude dos seres humanos, até dos mais inteligentes, em relação a Deus. Vemos o universo maravilhosamente arranjado e obedecendo a certas leis, mas compreendemos essas leis apenas vagamente. Nossa mente limitada capta a força misteriosa que move as constelações.”
“Uma outra questão é a contestação da crença em um Deus personificado. Freud endossou essa ideia em sua última publicação. Eu próprio nunca assumiria tal tarefa, porque tal crença me parece preferível à falta de qualquer visão transcendental da vida, e imagino se seria possível dar-se, à maioria da humanidade, um meio mais sublime de satisfazer suas necessidades metafísicas.”
Fonte:
http://www.hierophant.com.br/arcano/posts/view/Science/1114
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